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Oie Galeris! Hoje continuamos com nossas entrevistas, agora trazendo um querido do nosso cartel (que na época que fiz a entrevista ainda não fazia parte viu?). Nosso Criminoso Suubz!

Primeiro gostaria que você se apresentasse para a galera que ainda não te conhece.

Meu nome é Álvaro e eu tenho 27 anos (caramba!).
De forma geral, jogo videogame desde que me lembro, comprei meus primeiros consoles no Paraguai mas troquei de vez para PC quando ganhei o meu primeiro. Conheço o WOW desde o Classic mas não joguei por que meu pai não quis pagar mensalidade, sabe como é né? Joguei muito Priston, Tíbia e private no TBC. Comecei a jogar no oficial quando tinha mensalidade a 9 conto no Cata (ou no MoP). Eu ficava pulando de Guild em Guild mas nunca cheguei a socializar, o que é uma parte essencial no jogo, então sempre acabava parando. Eu só jogava PVP – quando o cara é mais novo só quer saber de matar os outros, mas quando envelhece quer o PVE, hahaha!
No fim do Legion comecei a jogar de Priest Disciplina por que queria ser Healer (eu jogava de Disciplina pensando que era Sagrado). Comecei a jogar de Healer e gostei demais, ai procurei um core pra raidar, mas o que me conquistou mesmo foram as Mythics Plus. Mythic+ é mais simples de arranjar grupo e mais divertidas de fazer, mas ainda precisamos de raid para pegar os melhores itens. Entrei em um core com objetivo de pegar o AOTC, mas não conseguimos. Eu acabei pegando por que fui indicado pra uma galera que vendia rush. No finzinho de Legion eu comecei a jogar de Druid por conta do JB mas não durou por muito tempo, meu amigo me chamou pra um core de Mythics e upei um Paladino Sagrado para poder jogar com eles. Esse core também acabou antes mesmo de fechar o conteúdo Heróico.
Como eu tinha começado a streamar, o Piruca (meu amigo) me chamou para fazer parte da Made in China com meu Paladino e lá conseguimos pegar o Cutting Edge e terminamos TOP 4 do Servidor, se não me engano. Foi uma experiência muito boa, muito da hora. Conheci umas pessoas mais famosas como o Dnc (veja nossa entrevista com ele, clicando aqui) e o Leko (LOL).
Eu sempre quis raidar mítico pra poder aproveitar tudo o que o jogo tem a oferecer. Quando veio Battle for Dazar’alor eu troquei para a minha Druida, que eu mantive ali o tempo todo, tanto para raidar quanto para fazer Mythic+. Com o tempo fui conhecendo muita gente legal, muita gente nova, e é uma experiencia muito unica esse jogo. Com a chegada da nova raid de Crucible me ofereceram uma vaga na Overcoming, e eu mesmo não querendo largar a Made in China no fim da progressão precisava ir.
Então se você joga mais joga solo, arranja uma guild, socializa com as pessoas, vai ser algo totalmente novo.

Aproveitando o assunto, como foi largar a Made in China?

Eu recebi o convite da Overcoming e fiquei pensando muito por cerca de duas semanas, era muito difícil de tomar esta decisão porque, além de eu ser officer da Made in China, eu gostava demais de todo mundo lá (ou quase todo mundo). Eu expliquei pro Freeza (GM da Made in China) e ele não queria que eu fosse, mas a decisão final era minha. Conversei com muita gente, até com a minha mulher aqui em casa, ouvi lados de todo mundo. Que eu saiba apenas umas quatro pessoas sabiam do meu convite para ir pra Overcoming, agora não sei se é algo da minha cabeça ou não, mas eu sentia um clima muito estranho durante as tries nessas semanas de decisão minha, então eu acabei decidindo ir de uma vez. Mas, um tempo depois, eu acabei sabendo por meio de amigos meus e dos meus alts que continuaram na Made in China, que muita gente não aceitou bem eu ter saído e ficava dando farpas no chat. Com isso eu acabei me desligando totalmente da guild. A galera talvez não saiba, mas o nosso grupo de M+ meio que quebrou por causa da minha ida para a Overcoming, muita gente ficou de boas com isso, outras já não aceitaram muito bem…

O que te motivou a fazer lives?

Eu comecei por que eu sempre quis fazer, sempre achei muito legal. O primeiro Streamer que eu assisti foi o Sodapoppin, a grande maioria dos que eu via eram estrangeiros, até porque existem poucos brasileiros com conteúdo bom. Eu comecei streamando Blade and Soul mas parei quando fui fazer intercambio. Voltei a porque gostava mesmo de fazer, e foi excelente por que como eu não tinha muita gente pra jogar acabou me trazendo uma galera e amigos novos.

Qual sua opinião quanto ao balanceamento das classes e metas?

É ruim né!? Acho que ninguém gosta de ver 2 ou 3 classes o tempo todo. No final de Legion era só Paladino Sagrado e Druida, no começo de BFA até tinha uma boa variedade de classes, mas agora já tem sempre a mesma composição. É ruim por que você não tem diversidade no jogo. Tentei gearar meu Xamã e foi extremamente difícil por que o meta atual é praticamente só couro, atrapalha demais.

Você está animado com o lançamento do WOW Classic?

Não, ahahah! Eu não joguei ele, comecei no TBC e nunca tive vontade – talvez seja por causa de não ter nostalgia. E eu também acho que a época dele já foi, estamos em outra gente, aproveita o live.

Como é raidar na Overcoming?

É bem diferente das outras guilds que eu passei. Antes mesmo da raid sair já tem planejamento, os responsáveis tem muito conhecimento e estratégias, todo mundo tem mais de uma classe. O pessoal todo lá é muito esforçado e o comprometimento de todos é notado.

O que você acha da gameplay dos jogadores BRs?

Olha eu acho que os estrangeiros não tem nada que nós não temos, o ms complica, mas nós conseguimos mesmo assim. Mas o nosso maior problema acho que é realmente falta de tempo e de comprometimento.

Manda um recadinho pra galera que está te conhecendo?

Eu queria chamar todo mundo pra ir lá conhecer o canal, mesmo sendo mais “hardcore” tem muita bobagem, muita besteira e muito crime.


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